Quem sou eu

Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Este blog tem o intuito de discutir elementos da formação que estamos recebendo na disciplina de técnicas interventivas, que tem a proposta de estudar o processo de amadurecimento da práxis profissional, calcada em dimensões que envolvem o tripé caracterizados como: Competência ético-política, teórico-metodológica e competência técnico-operativa. Competências que se forjam numa prática implicada com um projeto profissional que espelha um projeto de sociedade. O que são os instrumentos de trabalho do profissional de serviço social? Esses instrumentos podem ser mecanismos de aprimoramento das técnicas desenvolvidas pelo profissional? Que relação essas técnicas estabelecem com a dinâmica da realidade concreta? Como essa realidade incide na vida da população atendida pelo profissional em questão? Tentaremos levantar debates em cima dos apontamos da referência bibliográfica sugerida pela professora, bem como trazer autores que discutem a mesma temática em outras disciplinas e, que portanto, fazem parte de um conjunto de mirantes privilegiados do espaço sócio ocupacional do assistente social.

terça-feira, 18 de junho de 2013

SEM VIOLÊNCIA... Esse era o grito que mais se ouvia na manifestação contra o aumento da passagem no Rio de Janeiro

18/06/2013 07h49 - Atualizado em 18/06/2013 08h31

Policiais atiram com fuzil durante manifestação no Centro do Rio

Imagens exclusivas do Bom Dia Rio mostram a ação dos policiais. 

PMs se refugiaram em uma agência bancária e na Assembleia Legislativa.

O protesto que aconteceu no Centro do Rio com mais de cem mil pessoas no final da tarde de segunda-feira (17) teve um desfecho de guerra. Manifestantes picharam prédios públios e empresas, quebraram vidros, depredaram agências bancárias e chegaram a agredir alguns policiais militares, que revidaram com tiros para o alto, inclusive de fuzil, como mostrou o Bom Dia Rio desta terça-feira (18).

Treze policiais militares se refugiaram em uma agência bancária para não serem agredidos pelos manifestantes. Um grupo que não queria violência teve que conter outro, que saqueou o banco e tentou agredir os policiais. Parte dos manifestantes também subiu a escadaria da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) empurrando grades e jogando objetos em policiais militares, que se refugiaram no local.

A manifestação com mais de cem mil pessoas ocorreu na tarde de segunda-feira (17) foi pacífica durante quase três horas, até que uma minoria começou a violência.

Na Assembleia ficaram marcas de vidraças quebradas e extintores de incêndio espalhados no chão. "Tentaram invadir (a Assembleia). Tacaram coquetel molotov e cabeça de nego", explicou o estudante Rafael Lopes, um dos muitos jovens presentes na manifestação.

Na Alerj, cerca de 70 policiais militares se protegeram. Móveis ficaram destruídos e, no final da noite de segunda-feira, policiais realizavam perícia na fachada e no interior do local. O hall de entrada ficou destruído, com extintores de incêndio espalhados pelo chão, além de cocos e pedras que quebraram vidraças. Com a chegada do reforço policial, alguns dos integrantes do grupo que depredaram a Alerj tentaram fugir.

Dez pessoas foram presas e ao menos 27, entre PMs e manifestantes, ficaram feridas.


Nenhum comentário:

Postar um comentário